Vivemos entregues ao sonho de um felicidade que poderia ser a nossa
Criamos o nosso mundo, afastamo-nos do que já existia em cada um
Criamo-nos um para o outro
Um mundo intenso e tranquilo, alegre, divertido, NOSSO
Enquanto possível foi, nada externo nos incomodou
Mas quando a realidade se impôs, o fim foi inevitável
O fim da relação, não o fim do sentimento
Um fim com dor mas não com sofrimento
O sentir é incontrolável
Só coisas boas povoam nossas lembranças
Belos dias, belas noites, belas madrugas, feliz convivência
"O que é bom deve ser eternamente lembrado e mantido dentro de nós"
Que assim seja
E se um dia o destino nos reunir
Que novamente libertemos tudo que há dentro de nós
O que foi silenciado e não sufocado
domingo, 18 de abril de 2010
Doce rapaz
Você põe suas mãos sobre meus olhos
Fecha-os com um leve e delicado tocar dos seus dedos
A sua intenção é alcançada
Perco a visão do mundo real, frio e cruel
Perco a timidez que dantes dominava o meu ser, tudo fica longe
Sinto potencializados ao demais sentidos
Entrego-me ao seu desejo e me permito dominar, "somos só nós dois"
Ah! Que deliciosa dominação
Horas perdidos num trocar de toques, carícias e palavras
Uma profunda interação de dois corpos e duas mentes
Excitados psicológica e fisicamente
"Dedinho, mordida, sorriso"
O sol nasce, nossas vidas batem à porta
Nos separamos para que cada um viva a sua realidade
Seja feliz, eu o serei
Fecha-os com um leve e delicado tocar dos seus dedos
A sua intenção é alcançada
Perco a visão do mundo real, frio e cruel
Perco a timidez que dantes dominava o meu ser, tudo fica longe
Sinto potencializados ao demais sentidos
Entrego-me ao seu desejo e me permito dominar, "somos só nós dois"
Ah! Que deliciosa dominação
Horas perdidos num trocar de toques, carícias e palavras
Uma profunda interação de dois corpos e duas mentes
Excitados psicológica e fisicamente
"Dedinho, mordida, sorriso"
O sol nasce, nossas vidas batem à porta
Nos separamos para que cada um viva a sua realidade
Seja feliz, eu o serei
Aguardando as cenas do próximo capítulo
"Tudo que viceja também pode agonizar..."
Vivo na busca constante pela libertação do ser e do sentir
Encontro-me refém por um sentimento que insiste em se manter vivo
Ele se sobrepõe e subjuga a tudo que surge e tenta edificação
Será amor ou doença?
Não é permito a mim, pobre mortal, esse mistério desvendar
Sou apenas um instrumento onde se materializam contraste, dúvidas, dor e alegrias
Como de nada vale lutar contra a marés dos desígnios
Como é melhor ser levada pela maré a ser engolida por ela
Vou por aí, errando aqui e acertando ali
Tentando encontrar a moça felicidade
E nada sabendo do momento seguinte
Oficializada está a minha entrega
Deixar-me-ei levar pela vida e pelos sopros do inesperado
Sem racionalidade, apenas sentindo
Vivo na busca constante pela libertação do ser e do sentir
Encontro-me refém por um sentimento que insiste em se manter vivo
Ele se sobrepõe e subjuga a tudo que surge e tenta edificação
Será amor ou doença?
Não é permito a mim, pobre mortal, esse mistério desvendar
Sou apenas um instrumento onde se materializam contraste, dúvidas, dor e alegrias
Como de nada vale lutar contra a marés dos desígnios
Como é melhor ser levada pela maré a ser engolida por ela
Vou por aí, errando aqui e acertando ali
Tentando encontrar a moça felicidade
E nada sabendo do momento seguinte
Oficializada está a minha entrega
Deixar-me-ei levar pela vida e pelos sopros do inesperado
Sem racionalidade, apenas sentindo
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