"Tudo que viceja também pode agonizar..."
Vivo na busca constante pela libertação do ser e do sentir
Encontro-me refém por um sentimento que insiste em se manter vivo
Ele se sobrepõe e subjuga a tudo que surge e tenta edificação
Será amor ou doença?
Não é permito a mim, pobre mortal, esse mistério desvendar
Sou apenas um instrumento onde se materializam contraste, dúvidas, dor e alegrias
Como de nada vale lutar contra a marés dos desígnios
Como é melhor ser levada pela maré a ser engolida por ela
Vou por aí, errando aqui e acertando ali
Tentando encontrar a moça felicidade
E nada sabendo do momento seguinte
Oficializada está a minha entrega
Deixar-me-ei levar pela vida e pelos sopros do inesperado
Sem racionalidade, apenas sentindo
domingo, 18 de abril de 2010
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